Category: Philosophy

  • Sobre a Febre

    Tomar um remédio como a dipirona (que tomo desde criança) ou não tomar e deixar o corpo passar por isso sozinho? Tratar a febre não é tratar a doença. Mas febre é ruim de sentir. Mas afinal, o que é febre? O que é febre? Hipócrates, no século V a.C. foi provavelmente o primeiro a…

  • Tetrapharmakos (τετραφάρμακος) de Epicuro

    Tetrapharmakos (τετραφάρμακος) de Epicuro

    Epicuro estudou um vasto campo de coisas, como a moral, os meteoros e a felicidade, mas sua contribuição mais brilhante é o Tetrapharmakon, que podemos interpretar como uma receita médica quádrupla para a alma do homem. Os quatro medicamentos ou tratamentos, conforme Martha Nussbaum (1994), poderiam ser assim sintetizados: Foi uma analogia a um remédio…

  • As doze virtudes morais de Aristóteles

    Como a natureza humana é complexa e frequentemente tende ao oposto da eudaimonia, da mesma forma que as circunstâncias, o homem deve submeter-se a regras e critérios racionais para obter equilíbrio em pelo menos doze instâncias. Esse equilíbrio se dá por meio das doze virtudes morais, as quais devem ser desenvolvidas no homem: 1. a…

  • Aristóteles – Sophia e Phronesis

    Para Aristóteles, a parte racional da alma, na qual estão as virtudes dianoéticas, divide-se também em duas faculdade racionais: a científica ou contemplativa e a calculativa. A primeira – a científica ou contemplativa – permite contemplar as coisas invariáveis, aquelas que não podem ser de outro modo, e nesta parte opera a virtude denominada sophia,…

  • Relações entre a sabedoria semita e a filosofia pré-socrática

    Eu achei muito interessante os paralelos existentes entre a sabedoria semita e a sabedoria que se desenvolveu com os filósofos gregos pré-socráticos. Não ficou claro para mim, porém, se houve alguma apropriação, mas parecem conceitos bastante próximos. Inclusive em minhas leituras por aí vi que houve uma figura no Egito chamada de Hermes Trismegistus (tem…

  • Dor de Idéia

    Kolakowski, filósofo polonês, compara o filosofo a um bufão, bobo da corte, cujo ofício é fazer rir. O filosofar amansa as palavras: aquela cachorrada feroz que latia, ameaçava e não deixava dormir se transforma em cachorrada amiga de caudas abanantes. O filosofar ensina a surfar: de repente, a gente se vê deslizando sobre as ondas…